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Escritores para feiras de livros

Guilherme Fiuza

Jornalista e escritor, iniciou a carreira em 1987, no Jornal do Brasil. Entre outras redações, trabalhou também em O Globo, do qual é hoje articulista. É colunista de política da revista Época. Na carreira literária, se destacou com o livro Meu nome não é Johnny, que trata da história real de João Estrella, jovem de classe média alta do Rio de Janeiro que se torna traficante internacional de cocaína nos anos 1990. O livro recebeu adaptação para o cinema, protagonizada por Selton Mello, e se tornou a maior bilheteria do cinema nacional em 2008. Assista ao trailer aqui. Com Mauro Lima, diretor do filme, e Mariza Leão, produtora, Guilherme Fiuza levou em 2009 o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro na categoria Melhor Roteiro Adaptado. É coautor da minissérie O brado retumbante, escrita com Euclydes Marinho, Denise Bandeira e Nelson Motta e exibida na TV Globo em janeiro de 2012 (direção de núcleo Ricardo Waddington). Em 2013, a minissérie foi indicada ao prêmio Emmy Internacional, na categoria Melhor Série Dramática. Autor da peça de teatro Eu e ela, comédia com Claudia Mauro dirigida por Ernesto Piccolo. É autor de Bussunda – A vida do casseta, biografia do humorista do Casseta & Planeta lançada em 2010, quatro anos após sua morte na Copa da Alemanha. Escreveu também os livros 3.000 dias no bunker, que conta os bastidores do Plano Real, Amazônia, 20º andar e Giane  Vida, arte e luta, a história do ator Reynaldo Gianecchini. Em maio de 2013, Giane foi lançado em Portugal e alcançou o primeiro lugar nas listas de mais vendidos do país. Seu livro mais recente é Não é a mamãe – Para entender a era Dilma, reunião de crônicas a respeito do momento político atual no Brasil. Lança no primeiro semestre de 2016 “Diário da crise” (Record) – a agonia de Dilma em pílulas. E no segundo semestre “O Império do Oprimido” (Planeta) – seu primeiro romance, o Brasil contemporâneo em realismo fantástico.  

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